Não é só de BBB que vive o gênero Reality Show. Já vimos de tudo um pouco: de culinária, de casais, de sobrevivência, de namoro.
Mas agora apareceu um surfando na moda dos k-dramas, intitulado "Meu Namorado Coreano", mostrando a ida de cinco brasileiras até a Coréia Do Sul, para "viverem" seu dorama da vida real.
Acredito que as pessoas não amarelas talvez não vejam nada demais nisso, mas sinceramente, eu acho isso um pouco inapropriado. Como se fosse um fetiche se relacionar com asiáticos, nesse caso, a bola da vez são os coreanos.
Parece que o show tenta vender uma ideia de amor perfeito, apenas pelo fato de serem coreanos, esquecendo que, antes de tudo, eles são homens como tantos outros existentes na face da Terra. Como se os coreanos fossem uma coisa extravagante.
As mulheres tem que parar de viver nesse mundo de ilusão que é assistido nas séries, não existe homem de k-drama na vida real!!
O problema não é assistir, mas é não voltar para a realidade.
Bom, eu assisti o primeiro episódio e... Que joça!
Pensei em desistir, mas fiz um esforço e vi até o fim. As conversas ali são tão robotizadas, parecem que todos estão lendo o roteiro, e bem mal interpretado.
Não recomendo, a menos que queira passar raiva e vergonha alheia...
Sou geração Rede Manchete, cresci assistindo Jaspion, Changeman e Kamen Rider.
Mas, enquanto os manchetossaurus ficam falando, "ah, o Kamen Rider Black é o melhor, os Riders de hoje não prestam", eu apesar de ter assistido o Black na época, não tenho nenhuma memória da série, igual eu tenho com Jaspion e Changeman.
Mesmo assim, nunca tive curiosidade de assistir os Riders atuais, tendo um pouco de preconceito e achar eles coloridos demais.
Até um dia eu começar a assistir o Kamen Rider Geats, e achar maneiro demais!
Depois disso, comecei a assistir todo ano, e agora com o canal Tokusato, comecei a assistir os Riders mais antigos, e hoje o post é sobre o tema de encerramento de um deles.
Depois de 25 anos, finalmente estou assistindo o Kamen Rider Kuuga, série que eu só conhecia o tema de abertura na voz do Ricardo Cruz.
abertura na voz de Ricardo Cruz
Bom, a série é muito boa, o protagonista, Godai, é muito engraçado e carismático. Só as cenas em CGI que ficaram bem datadas, mas não estraga a experiência toda.
Vale a pena assistir.
Enfim, o tema de abertura é muito bom, mas a do encerramento...
Dá um quentinho no coração!
A canção de encerramento chama-se Aozora Ni Naru, interpretada originalmente pelo Jin Hashimoto.
Aqui postarei a versão cover feita pelo Hideaki Takatori.
Sempre que assisto alguma série ou filme com um determinado ator e eu gosto, vou pesquisar sobre seus trabalhos para assisti-los.
E o ator dessa vez foi o Yuki Furukawa, que assisti sua atuação na série Erased, lá da Netflix. Curti muito seu trabalho, além disso ele é tão kawaii!
Bom, então antes mesmo de pesquisar sobre seus trabalhos anteriores, tive a grata surpresa de vê-lo atuando no tokusatsu de 2025, Kamen Rider Zeztz, interpretando o misterioso Nox.
Pesquisando sobre ele, entre seus vários trabalhos, me deparei com o dorama Itazura Na Kiss: Love In Tokyo.
Não sabia do que se tratava, mas comecei a assistir porque vi muita gente comentando sobre o personagem dele nessa série, lá no canal do Youtube do Yuki.
Então bora lá conhecer a trama da primeira temporada desse dorama.
Itazura Na Kiss, antes de mais nada, é um shoujo mangá escrito e ilustrado por Kaoru Tada, lançado pela editora Shueisha, na revista Margaret, possuindo 23 volumes e sendo publicado de 1991 à 1999. Infelizmente, o mangá não teve sua trama finalizada, pois a mangaká Kaoru sofreu um acidente doméstico, batendo a cabeça na mesa, o que levou a uma hemorragia cerebral, levando-a ao óbito.
Devido ao sucesso do mangá, teve seu primeiro dorama lançado para a TV em 1996, levando o mesmo nome.
Depois em 2008, saiu um anime produzido pela TMS Entertainment com um total de 25 episódios.
Também teve diversas versões live action em diferentes paises, como Coréia Do Sul, Indonésia, Tailândia eTaiwan.
Trama
Nessa versão de 2013, somos apresentados à estudante Aihara Kotoko que se apaixona pelo apático Irie Naoki desde a primeira vez que o viu fazendo um discurso no primeiro dia do ensino médio.
Até o dia em que ela decide se declarar pra ele, entregando-o uma carta, e o cara simplesmente ignorá-la por completo, fazendo a menina passar uma vergonha descomunal na frente de todo o colégio!
Não bastasse isso, a pobre Kotoko acaba ficando sem onde morar, depois que um meteoro atingiu sua casa. Com isso, ela e seu pai, Shigero vão morar na casa do Shigeki Irie, amigo de infância dele. O que ela não sabia é que o pateta do Naoki é filho do homem!
Agora a confusão está armada! Muitas brigas e confusões vão tomar conta dessa casa.
Enquanto Kotoko só tem olhos para o tapado do Naoki, seu amigo de infância Kinnosuke Ikezawa é apaixonadão por ela.
O rapaz não se conforma por ela gostar de um cara que não dá a mínima para seus sentimentos, tratando-a tão friamente e de uma forma muito rude.
Mas após muitas confusões, lágrimas, grosserias, e um casamento arranjado para salvar a empresa do pai, finalmente Naoki cai na real, e entende que ele tem sentimentos por Kotoko.
E após todos esses anos amando um cara tão apático, a destrambelhada Kotoko enfim realiza seu sonho e casa com o Naoki.
A série é legal, tem várias cenas que te faz rir, a atuação da Honoka Yahagi que faz a Kotoko é muito boa, assim como a atuação do Yuki Furukawa que faz o Naoki, é tão boa que faz a gente pegar ranço dele!
Apesar de fazer a gente rir com as palhaçadas, a série também mostra que há uma relação muito errada entre os dois, pois a Kotoko é rejeitada e humilhada pelo rapaz e ainda assim ela continua atrás dele. Cadê o amor próprio dessa garota? Se fosse comigo já tinha mandado o cara se ferrar!
Depois de assistir Kamen Rider Build, agora estou assistindo o Kamen Rider Kabuto.
E por que escolhi ver Kabuto? Porque fiquei curiosa em ver o ator Hiro Mizushima fazendo um Kamen Rider, já que eu o vi fazendo papel de estudante em Hana Kimi, policial em Tokyo Dogs e astro do rock em Beck.
A série é muito boa, tem personagens interessantes, engraçados, malucos, e além disso, o tema de abertura é super maneiro.
Já que o foco desse post é a música de abertura, então vamos a ela.
A faixa chama-se Next Level, e quem canta é a Yu-ki, nome artístico da Yuuki Kitamura, integrante da banda pop TRF.